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Signo: Peixes Idade: 29 anos * Local: São Paulo * * "There is a time for departure even when there`s no certain place to go." (Tennessee Williams) * * I see you babe, shaking the ass, shaking the ass... alright, don't touch me! * *I'm totally addicted to bass.* *How could it hurt you when it looks so good?* * Life... that's why I drink! * *E-music!* Just grooving... :}
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Quinta-feira, Maio 22, 2008Veja programação completa do VI Ciclo de Debates “Construindo Políticas para GLBT” Não é só de celebração que é feita a programação do mês do Orgulho GLBT. Conheça aqui as diversas palestras e debates, com estudiosos e personalidades da comunidade GLBT, que farão parte das comemorações. Com o objetivo de promover discussões a respeito da cidadania plena para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, além de reforçar o cunho político da Parada de São Paulo, a Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) realiza todos os anos, dentro da programação do Mês do Orgulho, um Ciclo de Debates que acontece às vèsperas da manifestação. Neste ano, na sexta edição do Ciclo, haverá um diálogo inédito entre a militância GLBT e o Conselho Regional de Psicologia (CRP) que debaterá sobre os mitos e estigmas que envolvem a homossexualidade, bem como, sobre a constatação de que nenhuma orientação sexual pode ser considerada doença pela comunidade médica. A psicóloga Sandra Elena Sposito, representante do CRP de São Paulo e coordenadora do grupo de trabalho "Psicologia e Questões GLBTTT" avisa que o papel de uma entidade profissional da psicologia é colaborar com o combate a homofobia e apresentar contribuições que possam qualificar a luta pelo reconhecimento da população GLBTTT e a garantia de seus Direitos. "A organização desse ciclo constitui-se uma grande oportunidade de efetivar um diálogo com diferentes instâncias, estudantes, psicólogos, militantes e população em geral e fortalecer a luta contra preconceitos", garante a psicóloga. Para a coordenadora do Ciclo de Debates, a antropóloga Anna Paula Vencato, o tema será discutido num momento providencial:"É um diálogo inédito e importante, especialmente numa época em que começa a existir clínicas e psicólogos que prometem curar a homossexualidade, a despeito da resolução do conselho de que homossexualidade não é doença". Outro assunto relevante que será discutido no encontro é a questão do Estado Laico, tema oficial da Parada GLBT 2008. Você já sabe o que é Estado laico e porquê defendê-lo? O tema da Parada GLBT deste ano foi definido numa reunião que aconteceu entre os membros da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) e diversos ativistas. “Homofobia Mata! Por um Estado laico de fato” foi a frase escolhida para estampar a campanha pró-direitos GLBTs da maior manifestação do gênero no mundo. Mas afinal, você sabe o que é Estado laico? Segundo Valeria Melki Busin, mestranda do programa Ciências da Religião da PUC de São Paulo e representante da entidade “Católicas pelo Direito de Decidir”, muita gente não sabe ainda o que significa este termo e nem a importância desta reivindicação por parte da comunidade GLBTT. Por conta disso, Valeria relata que em um debate que envolveu diversas instituições se definiu do que se trata o termo: Estado laico “É um Estado neutro. Suas leis e ações (políticas públicas) não seguem princípios de nenhuma religião específica e qualquer pessoa tem liberdade de professar a religião que escolher. Nenhuma é privilegiada, nenhuma é discriminada. Só existe democracia e justiça se o Estado for laico de fato.” Por que pedir a legitimidade do Estado laico? “Para que um Estado seja laico de fato, as leis e as políticas públicas devem ser feitas sem se basear em valores ou princípios de nenhuma religião. Para a comunidade LGBTTI, não existirá cidadania plena enquanto o Estado não for laico de verdade, porque algumas religiões tradicionais não aprovam a diversidade sexual e consideram legítima apenas a família constituída por homem, mulher e filhas (os). Se o Estado continuar se pautando por essas religiões, continuará condenando milhões de pessoas a uma cidadania incompleta, porque não garantirá para todas/os, por exemplo, o direito à constituição de uma família protegida pela lei. O papel do Estado é garantir que todas as pessoas tenham os mesmos direitos, jamais impondo ao conjunto da sociedade - ou mesmo a uma parcela dela - restrições advindas de crenças de parte da sociedade, ainda que seja majoritária. Os seguidores de cada religião cumprem sua fé e sua pertença religiosa da forma que acharem melhor, mas o Estado deve ser governado para contemplar a todas e todos.” A 12ª edição da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo acontecerá no dia 25 de maio, a partir das 12h. O evento reuniu no ano passado cerca de 3,5 milhões de pessoas. A organização é da APOGLBT. Para mais informações acesse: http://www.paradasp.org.br/paradasp2008/ Os debates acontecerão nos dias 19 e 21 de maio e serão gratuitos. Confira a programação: Mesa 1: As questões GLBTT e a formação do psicólogo: desafios e possibilidades Data: 19 de maio de 2008 Horário: 14 - 17 h Local: Auditório do CRP/SP - Rua Arruda Alvim, 89 - Jd. América - São Paulo/SP Parceria: Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP-SP - Wiliam Siqueira Peres (Doutor em Saúde Coletiva, Psicólogo, Professor UNESP) - Emanoel Faria Santos (Acadêmico do Curso de Psicologia. Centro Universitário Salesiano de São Paulo U. E. Lorena/SP – UNISAL) - Dreyf A.Gonçalves (Associação Brasileira de Ensino de Psicologia – ABEP) Mesa 2: A atuação do psicólogo junto a população GLBTT: questões éticas e técnicas Data: 19 de maio de 2008 Horário: 19 - 22 h Local: Auditório do CRP/SP - Rua Arruda Alvim, 89 - Jd. América - São Paulo/SP Parceria: Conselho Regional de Psicologia de São Paulo - CRP-SP - Ana Bock (Doutora em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) - Maria Jaqueline Coelho Pinto (Doutora em Psicologia, atua na avaliação psicológica e acompanhamento de pessoas em processo de readequação sexual). - Pedro Bicalho (Doutor em Psicologia, Professor da UFRJ, conselheiro do CRP-RJ) - Sandra Elena Sposito (psicóloga, conselheira do CRP/SP, Coordenadora do GT: Psicologia e Questões GLBTTT, Professora Universitária) Mesa 3: Estado Laico e Direitos Sexuais - a questão GLBTTT Data: 21 de maio de 2008 Horário: 18h30 - 21 h Local: Auditório da Prefeitura de São Paulo (aguardando confirmação de endereço) Parceria: Católicas pelo Direito de Decidir - Soninha Francine (Vereadora da Cidade de São Paulo) - Adriana Galvão Moura Abílio (advogada, mestre em Direito Constitucional, Coordenadora do curso de Direito do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos, membro da Comissão do Negro e de Assuntos Antidiscriminatórios da OAB SP e professora universitária) - Valéria Melki (Representante do Católicas pelo Direito de Decidir) Para informações atualizadas sobre esta e outras atividades do Mês do Orgulho, visite nosso hotsite: http://www.paradasp.org.br/parada2008/ Publicado por CAFEINA GIRL em 10:12 AM -
Domingo, Maio 11, 2008
só para constar... Publicado por CAFEINA GIRL em 7:11 PM -
Sexta-feira, Novembro 16, 2007
Publicado por CAFEINA GIRL em 10:09 PM -
Publicado por CAFEINA GIRL em 10:06 PM -
Segunda-feira, Outubro 15, 2007S&M Death Raises Legal Questions By DENISE LAVOIE – 1 day ago LYNN, Mass (AP) — Adrian Exley was wrapped tightly in heavy plastic, then bound with duct tape. A leather hood was put over his head with a thin plastic straw inserted so that he could breathe, and he was shut up in a closet. That, apparently, was the way Exley liked it. But the way it ended — with Exley suffocating — was not what he had in mind when he traveled from Britain for a bondage session with a man he had met through a sadomasochism Web site. Exley's body was discovered in the woods last year, two months after he was bound up in the bondage "playroom" Gary LeBlanc had built in the basement of his suburban Boston home. LeBlanc, a 48-year-old Gulf Oil sales executive, detailed his responsibility in the fatal bondage session in a five-page suicide note, just before he put a gun to his head and killed himself. Now the question is: Since Exley consented to the sex play, can LeBlanc be held responsible for his death? Exley's family is suing LeBlanc's estate for unspecified damages, claiming wrongful death. Many bondage enthusiasts are watching the case closely, seeing it as lesson in where to draw the line of responsibility on consensual but dangerous sex. "There's definitely the whole spectrum of thought on what really happened — whether it was a consent issue, or negligence or misunderstanding," said Vivienne Kramer, a board member of the New England Leather Alliance. "Everybody has their own ideas on what should have happened." Exley and LeBlanc met through an online forum for gay men into rubber, leather and bondage. Exley, a 32-year-old stripper, used the screen name "Studpup," while LeBlanc called himself "Rubrman" and built a chamber with rubber mats on the floors and walls, chains, leather restraints, rubber suits and a hospital gurney. Exley arrived at LeBlanc's house in Lynn in April 2006 after the pair had exchanged e-mails in which they discussed plans for LeBlanc to play the "master" and Exley his "slave," according to the lawsuit. John Andrews, a lawyer for LeBlanc's estate, said Exley knew the risks going in. "What occurred was an act or actions between two consenting adults, both of whom knew what they were doing, and it had a tragic end," he said. The lawsuit describes a three-day bondage and discipline session that ended when a third man, Scott Vincent, discovered Exley was not breathing. Exley had been put in a closet while bound in plastic up to his neck and left alone for several hours, according to the lawsuit. In his suicide note, LeBlanc admitted that Exley at one point had trouble breathing. But he said that after "cooling him down," Exley improved. LeBlanc said that he went to sleep about 3 a.m. but was woken up a few hours later by Vincent, who told him Exley was not breathing and was turning blue and cold. LeBlanc said he panicked, and he and Vincent drove to Rhode Island, where they buried the body and threw away Exley's clothing and identification. The Rhode Island medical examiner determined that Exley suffocated. Vincent said in a sworn statement that the straw had fallen out of his mouth in the closet. Vincent, a flight attendant who is also being sued, is charged with failure to report a death in Rhode Island. But he has not been charged in Massachusetts. In his note, LeBlanc said he was "responsible for a horrible tragedy," adding: "Had I dealt with the first crisis responsibly, he would likely have returned home safely." Lawyers for Exley's estate acknowledge that Exley wanted to participate in a bondage session, but say he did not know about LeBlanc's reputation as an "extreme edge player" in the world of bondage and sadomasochism. "Just because you are agreeing that you will allow someone to tie you up temporarily as part of role-playing doesn't mean that you are consenting to be killed or to be left alone or to be abused," attorney Randy Chapman said. Several people who came forward after Exley's death told police that LeBlanc had restrained them and left them alone for long periods, or ignored their requests that he curtail a bondage session. Both actions go against the bondage protocols, which say participants must stop if their partner uses a prearranged "safe word" or "safe signal" and must not leave anyone who is bound alone, said Susan Wright, a spokeswoman for the National Coalition for Sexual Freedom. Brian Plant, a bondage and sadomasochism practitioner from Kansas, said: "Nobody goes into these things saying, `Oh, well, I'm going to die because of it.' You reach a point when the line is crossed, and it is no longer consensual." Kathy Jo Cook, a lawyer who specializes in wrongful death cases, said that when you take away the sensational details of the Exley case, the claim being made by Exley's estate is the same made in many other wrongful death cases. "The law says if a person causes the death of another person by an act which is either negligent or reckless, that person is liable," Cook said. "You have a duty to behave reasonably. I think it's the same thing here, albeit a very strange set of facts." It was Exley's mother, Maggie Horner, who decided to sue LeBlanc's estate. "We decided that we didn't want Gary's last wishes being granted when Adrian's couldn't be," she said. "Why should Gary be able to kill my son, bury my son, shoot himself and still get his own way?" Fonte: http://ap.google.com/article/ALeqM5gqHaGfuvljV91tlzVbAt9GmsP6QQD8S77IBG0 Publicado por CAFEINA GIRL em 10:32 PM -
Sexta-feira, Setembro 28, 2007
Publicado por CAFEINA GIRL em 9:03 PM -
Terça-feira, Setembro 25, 2007Afraid is much better than a false forever ... Publicado por CAFEINA GIRL em 11:32 PM -
Which Kathleen Hanna Are You? Hey, you're Bikini Kill Kathleen HannaEveryone love you...except Courtney Love. You are unafraid of attacking stereotypes and as cheesy as it sounds...you just want to rock. But you want to tell the world what's wrong with it too. Take this quiz!
Quizilla | Join | Make A Quiz | More Quizzes | Grab Code Publicado por CAFEINA GIRL em 11:31 PM -
Quarta-feira, Setembro 19, 2007como diria uma amiga minha, a política de entrada nos eua não para de melhorar... Artistas emergentes sofrem na imigração norte-americana Lily Allen, Klaxons e MIA estão entre os que tiveram problemas com visto 18.09.07 16:10 Nos EUA não ! Em meio à neurose anti-terror nos Estados Unidos, que tornou a entrada no país e a obtenção de vistos mais burocráticas, quem está tendo muitos problemas são artistas com pouco tempo de estrada. As autoridades de imigração americanas simplesmente não se adaptaram aos novos tempos, onde bandas estouram de uma hora para outra. Todo o problema está no fato de que, para conseguir o chamado P-1, uma das várias categorias de visto para o ramo do entretenimento, a banda precisa atender a alguns critérios dúbios como ser “internacionalmente reconhecida” por um tempo “substancial e sustentado”. Para grupos como os Klaxons, que há dois anos atrás nem existiam, a tarefa de convencer burocratas norte-americanos não é fácil. Quantidade de amigos no MySpace e menções em blogs não convencem. No caso da banda inglesa, os resultados foram o cancelamento de uma apresentação em um festival de novos talentos nova-iorquino e um atraso de sete meses para o grupo conseguir tocar nos EUA. O caso mais recente foi o da cantora inglesa Lily Allen. Escalada para se apresentar no VMA na semana passada e com uma turnê agendada para esse mês, Lily foi obrigada a cancelar todos os shows por problemas com o visto. Além do prejuízo para a bilheteria (várias tinham ingressos esgotados), o estrago também chega no bolso do artista, que fica sem cachê e com a venda de seus discos prejudicada. “Ficar no escuro numa noite de sexta-feira é uma grande perda” disse ao The Wall Street Journal Jimi Biron, representante de uma casa onde Allen se apresentaria. Outro caso que ficou famoso foi o da anglo-cingalesa MIA, que tinha um álbum todo para produzir nos EUA, com a participação de Timbaland. O visto da cantora foi negado e ela acabou mudando toda a concepção do disco. A cantora acredita que o envolvimento do pai com os guerrilheiros Tamil Tigers, do Sri Lanka, tenha dificultado ainda mais as coisas para ela. Não é só a música pop que sofre com a dificuldade em mostrar sua música nos Estados Unidos. Um dos casos que ficaram famosos na música eletrônica foi o do produtor e DJ francês Laurent Garnier. Em 2003, Laurent teve que cancelar apresentações no país por problemas com a imigração e em 2005 chegou a boicotar o país, em protesto à burocracia. “Para conseguir um novo visto, as regras mudaram mais uma vez desde novembro de 2004 e eu agora eu não preciso apenas preencher um formulário excessivo, mas também ser entrevistado por um membro da embaixada, produzir provas de que sou dono da minha casa, detalhes da minha conta bancária, do meu telefone celular, informações pessoais de todos membros da minha família e mais”, disse o francês na época em um comunicado. Marcus Vinícius Brasil Fonte: http://rraurl.uol.com.br/cena/texto.php?id=4501 Publicado por CAFEINA GIRL em 2:35 PM -
Domingo, Setembro 09, 200709/09/2007 Gay homofóbico, por Vitor Angelo Conversinha na internet pelo MSN que, de tanta pegação que acontece por lá, já é conhecido como Monas Sem Namorado: Puto22 diz: Procuro um cara bem másculo. Você é macho? Garanhãodotadão diz: Sou e exijo que o outro cara seja também. Puto22 diz: Pode deixar. Odeio mulherzinha! Garanhãodotadão diz: Quando eu vejo uma bichinha na frente, tenho vontade de socar! O texto acima poderia muito bem ter sido escrito por grupos extremistas e homofóbicos, mas, muito pelo contrário, faz mais parte da vida homossexual do que em geral as pessoas imaginam. O fato pode ser comprovado também lendo classificados especializados em encontros gays onde a maioria, ao procurar um parceiro, sempre sublinha: "Dispenso efeminados". Tudo bem, isso pode fazer parte dos desejos e fantasias sexuais de muitos viados, mas a ênfase na negação da feminilidade é que parece estranha. São as quaquás, o nome para bichas muito femininas, que, com sua voz de Pato Donald, propagaram a imagem gay pelos quatro cantos. Elas são o nosso reflexo mais conhecido e, por isso, contribuíram muito para uma identidade homossexual. Mas nada disso impede o preconceito e o desprezo que elas recebem dos próprios viados. Rejeitadas como Carmen Miranda um dia foi pelos brasileiros que tinham medo de se identificar com tantas frutas, ainda há de chegar um dia em que todos os gays falarão com orgulho: "Yes, nós temos quaquás". --------------------------------- Vitor Angelo é jornalista e roteirista e escreve quinzenalmente nesta coluna. vitor@folhasp.com.br Fonte: http://www.folha.uol.com.br/ Publicado por CAFEINA GIRL em 12:50 PM -
Quarta-feira, Agosto 29, 2007![]() ![]()
Semana da Visibilidade Lésbica 2007: Saúde, Beleza e Cidadania Programação Completa em: http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/noticias/coordenadorias/cads/2007/08/0008/cads_programacao.pdf *** Convite Espaço B - 30/agosto/2007 Tem sido comum, em algumas regiões da cidade, especialmente na Rua Augusta e seus arredores, nos depararmos com grupos de jovens que recusam identidades sexuais mais fixas. Nesses espaços, a transgressão aponta para a recusa de rótulos e a celebração da fluidez. Em outras partes da cidade, identidades sexuais fixas se colocam como necessárias e/ou obrigatórias e, nesses espaços, transgredir é dar muita pinta em lugares onde até bem pouco tempo isso seria impossível. O Espaço B dedica, com esta, duas reuniões de agosto a uma discussão sobre sexualidades, juventudes, fluidez e limites. Seja bem-vind@! 30/08/2007 - "Eu gosto é de mulher!" - lesbianidades, corporalidades e identidades na grande São Paulo Numa linha celebração da visibilidade lésbica, a provocação da noite tem como personagens mulheres que curtem mulheres de várias localidades de Sampa, estilos de vida, idades e identidades e o papo dialoga com o da reunião anterior, apenas ampliando os territórios abrangidos. Regina Facchini, antropóloga, é a responsável por fazer a provocação inicial a partir dos dados de sua pesquisa no Doutorado em Ciências Sociais na Unicamp e as meninas da coordenação do Papo de Mina - Anna Paula Vencato, Isadora Lins (antropólogas) e Ana Ferri (psicológa) - dão o ponta-pé inicial na discussão. Bons papos são esperados, além de você, é claro! ;-) Quando: 30 de agosto, às 19 h Onde: Espaço Impróprio - Rua Dona Antônia de Queiroz, 40 (travessa da R. Augusta no sentido centro, o Espaço fica entre a R. Augusta e a R. Frei Caneca) Atividade gratuita Mais informações: (11) 3362 2361 www.paradasp.org.br www.improprio.org *** Direitos : Saiba mais sobre os Princípios de Yogyakarta e seu lançamento em SP Violações aos direitos humanos motivadas pela orientação sexual ou pela identidade de gênero ainda são frequentes nos mais diversos grupos e localidades. Os Princípios de Yogyakarta aplicam a Legislação Internacional de Direitos Humanos a esses casos Direitos Humanos não admitem excessões Violações de direitos humanos que atingem pessoas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero longe de serem um problema localizado e que atingem apenas identidades ou grupos específicos, ainda constituem um padrão global e consolidado. Em novembro de 2006, 29 especialistas de 25 países - com experiências diversas e conhecimento das questões da legislação de direitos humanos -, reuniuram-se em Yogyakarta, Indonésia, onde adotaram, por unanimidade, os Princípios de Yogyakarta sobre a Aplicação da Legislação Internacional de Direitos Humanos em relação à Orientação Sexual e Identidade de Gênero. Os Princípios de Yogyakarta abordam uma ampla gama de normas sobre direitos humanos. Foram desenvolvidos em resposta a padrões bem documentados de abusos motivados pela orientação sexual ou identidade de gênero. Entre as violações documentadas em todo o mundo se destacam: as execuções extralegais, violência e tortura, repressão da liberdade de expressão e associação, a discriminação no trabalho, no acesso à saúde, à justiça,à educação e nas questões de migração. Lançamento no Brasil Os Princípios de Yogyakarta serão lançados no Brasil em eventos que contarão com a participação de lideranças do movimento LGBTT, feministas, especialistas em direitos humanos e com a presença de Mauro Cabral, pesquisador e ativista argentino que participou da elaboração do documento. Os locais e datas dos eventos de lançamento são: Porto Alegre: 24/08, às 19h, no terraço da AJURIS, Rua Celeste Lobato 229, Praia de Belas. Rio de Janeiro: 27/08, às 17h, na sede da OAB- RJ, Av. Marechal Câmara 150/ 9º Andar, Centro. Nova Iguaçu: 29/08, 18h, Espaço Cultural Sylvio Monteiro, Rua Getúlio Vargas 51, Centro. São Paulo: 31/08 às 18.30, no auditório do Ministério Público Federal, Rua Peixoto Gomide 768, Cerqueira César. Mais sobre os Princípios de Yogyakarta ... tratam de um amplo espectro de normas de direitos humanos e de sua aplicação a questões de orientação sexual e identidade de gênero; ... refletem o estado atual da legislação internacional de direitos humanos relativa às questões de orientação sexual e identidade de gênero; ... afirmam a obrigação primária dos Estados de implementarem os direitos humanos; ... incluem recomendações adicionais a outros atores, como o sistema de direitos humanos das Nações Unidas, instituições nacionais de direitos humanos, mídia, organizações nãogovernamentais e financiadores, que, assim como os Estados, têm responsabilidades na promoção e proteção dos direitos humanos; ....prometem um futuro diferente, onde todas as pessoas, nascidas livres e iguais em dignidade e prerrogativas, possam usufruir de seus direitos, que são natos e preciosos! Para mais informações e versões em outras línguas ver o website: http://www.yogyakartaprinciples.org Parcerias na organização dos lançamentos: Sexuality Policy Watch; Interntional Lesbian and Gay Association (ILGA); Associação Brasileira de GLBT (ABGLT); Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ); Comissão de Cidadania e Reprodução e Associação do Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS). Fonte: http://www.paradasp.org.br/modules/news/article.php?storyid=326 Publicado por CAFEINA GIRL em 11:58 AM -
Quarta-feira, Agosto 22, 200746% Geek 46% 46% Geek 46% Publicado por CAFEINA GIRL em 11:42 AM -
Segunda-feira, Agosto 20, 2007
Donnie: Why do you wear that stupid bunny suit? Frank: Why are you wearing that stupid man suit? (quote from "Donnie Darko") Publicado por CAFEINA GIRL em 10:34 AM -
Domingo, Agosto 19, 2007
escrever escrever escrever escrever bah... Publicado por CAFEINA GIRL em 3:12 PM -
Sábado, Agosto 18, 2007ALIVE (Joey Lauren Adams, "Chasing Amy" soundtrack) I'm feeling nothing But all alone Just missing someone I don't even know But until I find them I'll wait patiently Just feeling nothing Inside of me And where are you baby Where can you be Why aren't you here Loving me 'Cause I won't to kiss you And make you feel right I want to lay with you all through the night And I want to feel passion I want to feel pain I want to weep at the sound of your name Come make me laugh Come make me cry Just make me feel Alive And so I wait For that glorious day When the one I dream of Comes my way But until I find them I'll wait patiently Just feeling nothing Inside of me And where are you baby Where can you be Why aren't you here Loving me 'Cause I want to kiss you and make you feel right I want to lay with you All through the night And I want to feel passion... Publicado por CAFEINA GIRL em 1:53 PM -
Quinta-feira, Agosto 16, 2007ando pensando em retomar isso aqui... em breve, reestruturações... ;) Publicado por CAFEINA GIRL em 5:17 PM -
holiday! celebrate! ![]()
parabéns para a Madonna no dia em que completa 49 anos! ![]()
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Publicado por CAFEINA GIRL em 4:41 PM -
Terça-feira, Junho 26, 2007Papo de Mina: edição especial “Não se cale!” 27/06, 19h, no Espaço Impróprio No próximo Papo de Mina, a conversa vai girar em torno de questões relativas a violências e agressões contra mulheres, especialmente lésbicas e bissexuais, e como proceder em relação a estas questões e denunciá-las. Temos o direito de nos sentirmos seguras nos lugares que freqüentamos, independente de nossa orientação sexual e das nossas expressões de gênero, e para isso a informação e a solidariedade são essenciais. O Papo de Mina é um espaço de discussão sobre assuntos ligados à realidade de "minas que curtem minas", sapas, entendidas, lésbicas, homossexuais, dykes e afins. Todas as pessoas são bem vindas na discussão, independente de orientação sexual, idade, classe, identidade de gênero, sexo, etnias, etc. Os temas de cada reunião são abertos às sugestões de todo mundo. A idéia é criar um ambiente legal onde a gente possa trocar experiências e idéias sobre o tema e convidamos vocês tod@s a construir esse espaço com a gente. O "Papo de Mina" acontece geralmente na sede da "Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo". Este mês, excepcionalmente, a atividade será realizada no Espaço Impróprio. Onde: Papo de Mina – Espaço Impróprio – Rua Antônia de Queiroz, 40 (descendo a Frei Caneca, depois do shopping, a primeira à esquerda) – Telefone: (11) 3255-5274 Quando: quarta-feira, 27/06, 19h00 REALIZAÇÃO: Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo Endereço: Rua Pedro Américo, 32, 13º andar – República Página na Internet: www.paradasp.org.br E-mail: paradasp@paradasp.org.br Telefone: (11) 3362-2361 Comunidade Oficial no Orkut: http://www.orkut.com/community.aspx?cmm=1166302
28 de junho: Violência : Caminhada na Augusta contra a violência marca o Dia do Orgulho GLBT em São Paulo A concentração ocorre a partir das 19h00 na esquina da Rua da Consolação com a Alameda Itu, próximo ao Bar du Bocage, e deve seguir pela rua Augusta, onde termina, por volta das 22h00 Na próxima quinta-feira (28), -Dia Internacional do Orgulho GLBT-, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) promove uma caminhada contra a violência nos redutos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, conhecidos por quadrilátero dos Jardins e Triângulo das Bermudas, em Cerqueira César, próximo à avenida Paulista. A concentração ocorre a partir das 19h00 na esquina da Rua da Consolação com a Alameda Itu, próximo ao Bar du Bocage, e deve seguir pela rua Augusta, onde termina, por volta das 22h00. A manifestação é motivada pela série de espancamentos, assassinatos e arrastões de gangues, muitas vezes identificadas como neonazistas, que vêm ocorrendo na região dos bares e restaurantes daquela região. Não se Cale! A atividade faz parte da campanha da APOGLBT "Não se cale!" que visa a alertar a população GLBT para a necessidade de registro policial das ocorrências de violência homofóbica. Durante a manifestação será disponibilizada, para a população que comparecer ao ato, materiais educativos contra a violação de direitos de GLBT. A partir dessa data, também serão disponibilizados no site da APOGLBT a cartilha "Não se cale!" e o relatório da pesquisa realizada na Parada do Orgulho GLBT de 2006. A campanha “Não se Cale!” teve início com manifestação no dia 23 de fevereiro, na Rua Vieira de Carvalho, esquina com a Praça da República, onde ocorrem ataques sistemáticos de ladrões aos GLBTs que freqüentam os bares, além de gangues de neonazistas que agridem gratuitamente GLBTs que passem pela praça. B.O. Na região em que haverá a manifestação, ocorreram nos últimos dias casos de agressão a um casal de homossexuais e uma lésbica de 17 anos. Na sexta-feira (22), houve novo arrastão de gangue, que provocou o assassinado de um garçom de 19 anos. Outro caso que teve ampla repercussão foi o assassinato a facadas de um turista francês, logo após ter ocorrido a Parada na Avenida Paulista, na noite do dia 10. No ato do dia 23 de fevereiro, o estopim foram os casos do ator que levou um chute de neonazistas e perdeu o rim, em plena Praça da República, além do professor que ficou desfigurado após espancamento na região dos Jardins. Após o ato, a polícia começou uma rotina de policiamento na região da Praça da República. Reivindicações A intenção da APOGLBT ao convocar a manifestação é chamar atenção para a necessidade e urgência de: * Aprovação do PLC 122/2006, que criminaliza a homofobia e tramita no Senado; * Capacitação de policiais para o atendimento de vítimas de violência, sobretudo quando se trata de crimes homofóbicos ou de intolerância; * Aumento do policiamento preventivo na região * Rápida apuração e punição da autoria dos crimes ocorridos. A manifestação terá o apoio da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo (Cads), do Centro de Referência em Direitos Humanos e Combate à Homofobia e da equipe da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) e integrará ações com o Dia Nacional de Luta pela Aprovação do PLC 122/2006, chamado pela Associação Brasileira de GLBT (ABGLT). Pesquisa Entre os entrevistados na pesquisa Sexualidade, Cidadania e Homofobia, realizada na Parada do Orgulho GLBT de São Paulo de 2006 com apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, 59% relataram uma ou mais situações de agressão ao longo da vida. A maior parte dos casos de agressão relatados (60%) ocorreu em locais públicos. Logo depois, aparece o ambiente doméstico (15%), seguido do ambiente escolar (12%), do trabalho (7%) e de estabelecimentos comerciais (5%). Os agressores, em sua maioria, são desconhecidos. Esse padrão apresenta variações de acordo com fatores como o sexo e a idade dos entrevistados. No entanto, chamam atenção dados sobre agressão física e agressões em locais públicos envolvendo GLBT, que são mais comuns entre os mais jovens. Outro ponto destacado pelo documento é o percentual de participantes que declarou ter sido mal atendido em delegacias por policiais (18%) devido à sua orientação sexual ou identidade de gênero, visto que o contato com serviços policiais não é algo cotidiano. Embora a incidência de agressões motivada pela sexualidade seja alta, apenas 11% dos agredidos chegaram a procurar a polícia. São dados como esse que subsidiaram a elaboração da campanha e da cartilha “Não se Cale!”. Mais informações: APOGLBT, fone: 3362-2361 (www.paradasp.org.br) Cezar Xavier, assessor de imprensa da APOGLBT fone: 11-9963-1528 Publicado por CAFEINA GIRL em 9:17 PM -
Quinta-feira, Maio 31, 2007DEBATES : Conheça a programação do 5º. Ciclo de Debates para GLBT Além de debates com especialistas, haverá lançamento da Revista Cadernos Pagu nº 28, dossiê "Sexualidades Disparatadas" e a divulgação da pesquisa "Sexualidade, Cidadania e Homofobia", realizada na 10ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, em 2006 A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) realizará nos dias 6, 13 e 16 de junho o "V Ciclo de Debates Construindo Políticas Públicas para GLBT". O evento é parte integrante da programação do 11º Mês do Orgulho GLBT e será promovido em parceria com o Departamento de Antropologia da USP, o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF ¿ SP) e o Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS ¿ SP). O objetivo central dos debates é oferecer um espaço para a reflexão sobre a construção da cidadania plena para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, seja no âmbito das políticas específicas para o segmento, na inclusão de GLBT nas políticas de caráter universal, nas pesquisas acadêmicas ou no cotidiano de ativistas e profissionais que atuam junto a esta população. Durante o Ciclo acontece também o lançamento da Revista Cadernos Pagu nº 28, dossiê "Sexualidades Disparatadas", organizado por Júlio Simões e Richard Miskolci e a divulgação da pesquisa "Sexualidade, Cidadania e Homofobia", realizada na 10ª Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (2006). O acesso aos debates é gratuito. Para mais informações, entre em contato com a APOGLBT através do e-mail: paradasp@paradasp.org.br. Confira a programação completa: Dia 06 de junho ¿ Sexualidades, Cidadania e Homofobia Lançamento: - Revista Cadernos Pagu n. 28, dossiê Sexualidades Disparatadas, organizado por Júlio Simões e Richard Miskolci. - Pesquisa "Sexualidade, Cidadania e Homofobia", realizada na 10ª Parada do Orgulho GLBT ¿ São Paulo. Local: USP Maria Antonia ¿ Rua Maria Antonia, 294 ¿ Vila Buarque 18h30 - Mesa de Abertura - Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT ¿ SP) - Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH-PR) - Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP) 19h ¿ Mesa: Sexualidades, Cidadania e Homofobia - Regina Facchini ¿ Vice-Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT ¿ SP) e Antropóloga, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) - Sérgio Carrara ¿ Coordenador do Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ) e Professor do Institudo de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ) - Júlio Assis Simões ¿ Professor do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP) - Richard Miskolci ¿ Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) - Coordenação: Isadora Lins França ¿ Antropóloga, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 20h30 Debate 21 / 22h - Café Realização: APOGLBT ¿ SP Parceria: Departamento de Antropologia ¿ USP Apoio: Núcleo de Estudos de Gênero ¿ PAGU ¿ UNICAMP Dia 13 de junho ¿ Direitos Sexuais: Estratégias Jurídicas de Atuação Local: Auditório da Procuradoria da República de São Paulo (PR-SP) (Rua Peixoto Gomide, 768, térreo ¿ São Paulo ¿ SP) 17h ¿ Mesa: Direitos Sexuais: Estratégias Jurídicas de Atuação - Adriana da Silva Fernandes - Procuradora dos Direitos do Cidadão, Ministério Público Federal ¿ São Paulo (MPF-SP) - Sonia Correa - Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) - Sergio Suiama - Procurador, Ministério Público Federal ¿ São Paulo (MPF-SP) - Paulo Mariante - Grupo Identidade ¿ Campinas - Coordenação: Gustavo Menezes - Projeto Rede Cidadã e Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT ¿ SP) Realização: APOGLBT ¿ SP MPF-SP Dia 16 de junho ¿ Família, orientação sexual e identidade de gênero Local: Sindicato dos Bancários ¿ Auditório Azul (Rua São Bento, 413 ¿ Centro ¿ Edifício Martinelli - Próximo ao Metrô Anhangabaú). 9h ¿ Credenciamento 9h30 ¿ Mesa de Abertura 10h ¿ Mesa 01: Identidade de Gênero: - Regina Facchini - Vice-Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT ¿ SP) e Antropóloga, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) - Maria Elisa Braga - Assistente Social, Professora das Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo (FMU/SP) e Membro da Diretoria Provisória do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS - SP). - Coordenação: Anna Paula Vencato ¿ Antropóloga, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 11h ¿ Debate 12h30 ¿ Almoço 14h ¿ Mesa 02: Família e Direitos GLBTT - Irina Bacci ¿ Presidente da Associação de Famílias GLTTB (INOVA) e Membro do Fórum Paulista GLBTT - Bábara Graner ¿ CASVI ¿ Piracicaba e Coletivo Nacional de Transexuais (CNT) - Maria Lúcia Martinelli ¿ Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC ¿ SP) - Coordenação: Marcos Valdir Silva - Assistente Social, Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS - SP) 15h30 ¿ Intervalo 15h45 ¿ Debate 16h45 ¿ Encerramento Realização Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS - SP) Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT ¿ SP) Fórum Paulista GLBTT A programação completa do evento e demais programações relativas ao "Mês do Orgulho GLBT" estão disponíveis no site http://www.paradasp.org.br/parada2007/ (por Bruna Angrisani) Publicado por CAFEINA GIRL em 5:14 PM -
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